DÚVIDAS FREQUENTES

A primeira consulta poderá apenas ser de esclarecimento de dúvidas, sobre o funcionamento do aparelho reprodutor, os métodos contraceptivos e a necessidade do preservativo como única forma de prevenir das doenças sexualmente transmissíveis. Pode acontecer durante a adolescência e é fundamental antes do início da vida sexual. Se tal não acontecer, é imprescindível realizá-la logo após a primeira relação sexual.

Sim, ela substitui. E ela é até mais segura do que a masculina: protege os grandes lábios, região que pode ser afetada pelo HPV e herpes. Ela é um tubo de poliuretano que possui uma extremidade fechada e outra aberta e que reveste a vagina durante o ato sexual. Para sua eficácia como método para prevenção de gravidez e DST’s, deve ser colocada na vagina antes do início do contato entre os órgãos sexuais. E é descartável, como a masculina.



É muito importante fazer um check-up do corpo todo e, como o ginecologista é o médico mais visitado das mulheres, ele acaba pedindo tudo de uma vez. A visita deve ser, no mínimo, uma vez por ano e é feito o exame físico geral nas mamas e órgãos pélvicos, além de solicitar os outros todos (como de sangue, ultrassom e urina).

O normal é que ela ocorra entre 25 e 35 dias após os primeiros dias da menstruação anterior.

Os chamados sangramentos de escape ou spotting acontecem, na maior parte das vezes, devido à atrofia causada no endométrio pelo uso do contraceptivo. Os vasos sanguíneos superficiais ficam expostos e levam ao sangramento pequeno e escurecido, normalmente, de acordo com o ginecologista. O spotting não significa falha da ação contraceptiva da pílula e, portanto, seu uso não deve ser interrompido.

Os ciclos menstruais regulares traduzem um adequado funcionamento do aparelho reprodutor. A menstruação pressupõe que tenha ocorrido uma ovulação, sendo irregular pode deduzir-se que as ovulações não estão acontecendo no tempo correto, comprometendo a fertilidade.

Fatores externos, emocionais, profissionais ou alterações do peso corporal podem estar na origem desta mudança. Os ovários policísticos são outra situação comum, mais frequente na adolescência e que pode se prolongar na idade fértil.


A instabilidade hormonal pela claudicação dos ovários pode começar até dez anos antes do desaparecimento das menstruações, manifestando-se pelas irregularidades menstruais e afrontamentos. O desaparecimento da menstruação antes dos 45 anos deve ser estudado, pois pode ser considerada uma menopausa precoce.

O corrimento vaginal é normal e necessário, por exemplo, durante o ato sexual. Habitualmente é transparente e tem um odor natural, já que as glândulas que o produzem são idênticas às do suor. Quando associado à comichão, ardor, dor durante as relações, cor (branco grumoso, amarelo, esverdeado ou acinzentado) podemos considerar uma infecção. Esta pode localizar-se na vulva e vagina (vulvovaginite) ou ser mais grave, com origem no colo do útero (cervicite), no útero (endometrite) ou trompas (salpingite).

A chamada tensão pré menstrual (TPM) faz parte do ciclo menstrual de muitas mulheres, infelizmente. Deve-se realizar uma investigação médica detalhada quando a paciente não apresentar melhora dos sintomas após o uso de analgésicos e anti-inflamatórios e também quando aparecem com intensidade tamanha que chegam a comprometer as atividades cotidianas (estudo, trabalho etc). Fique atenta também se, além dos sinais mencionados, você tiver outros sintomas como alterações no hábito intestinal e dores durante o sexo – eles podem ser característicos da endometriose.

A dispareunia, dor no ato sexual, divide-se em superficial e profunda. A primeira localiza-se à entrada da vagina e levanta a suspeita de uma infecção ginecológica vulvovaginal, como a causada pelo fungo candida albicans. Já a dor profunda pode estar associada à posição durante o ato sexual, a aderências entre os órgãos internos, como acontece após cirurgias abdominais ou a complicação de doenças inflamatórias pélvicas.

Há também mulheres que tenham maior predisposição a ter tanto a ITU (infecção do trato urinário),  quanto a candidíase, que pode ser causada por queda de imunidade e exposição solar intensa. Mas tudo isso é normal e facilmente tratável. Alguns hábitos com certeza contribuem para uma redução no número de casos, são eles: esvaziar a bexiga após relações sexuais, urinar sempre que sentir vontade (não ficar ‘segurando’), sempre fazer a higiene após urinar ou evacuar, limpando-se ‘de frente para trás’, isto é, no sentido da vagina para o ânus (para evitar que se levem bactérias no sentido inverso).

Existem várias teorias que tentam explicar por que as mulheres enjoam durante a gravidez. Há o fator hormonal, o fator digestivo e até o psicológico, mas um veredicto certo a ciência ainda não deu. Do total de mulheres que enjoam na gravidez, 85% sentem os sintomas nos primeiros três meses, 5% vão sentir no segundo trimestre e 10% no final da gestação. E há aquelas que passam mal durante os nove meses. Para aliviar o incômodo indica-se o consumo de água gelada, chá de gengibre e a ingestão de bolachas salgadas.

Não há relação entre o baixo peso da mãe e o desenvolvimento do bebê. O que não pode acontecer é a mãe emagrecer durante a gestação porque está de regime. Nessa fase, o organismo concentra suas forças no feto e a mãe pode ficar debilitada se não comer bem.

Salvo contraindicação médica, como nos casos de sangramento, a relação sexual pode e deve ser estimulada entre o casal. E não precisa ter qualquer preocupação com o bebê, ele está muito bem protegido.

As contrações podem acontecer durante a gravidez inteira, mas são diferentes daquelas que antecedem o parto. Trata-se apenas de uma manifestação do útero mostrando que o órgão está preparado para o nascimento. Nesse caso, não há dilatação e ela não é rítmica.

A grande quantidade de líquido morno que escorre pelas pernas e molha a roupa é o sinal mais claro de que a bolsa que envolve o bebê se rompeu. Esse líquido pode ser esbranquiçado ou incolor. Quando a bolsa se rompe, a gestante deve ligar para seu médico e se dirigir ao hospital em, no máximo, seis horas.

Desde os primeiros meses de vida intrauterina o feto se movimenta. Esse é um sinal de vitalidade. Mas a mãe só vai perceber esses movimentos por volta do quinto mês de gestação. No início, estes movimentos se parecem com uma vibração e depois começam os “chutinhos”.

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